Autora: Sophie McKenzie
Páginas: 238
Editora: Verus
Lauren mora na Inglaterra e sempre soube que é adotada. Mas, quando uma breve pesquisa sobre o seu passado revela a possibilidade de ela ter sido roubada de uma família americana ainda bebê, a vida de Lauren de repente parece uma fraude. O que ela pode fazer para tentar encontrar os pais biológicos? E seus pais adotivos terão sido os responsáveis por sequestrá-la? Lauren convence sua família a fazer uma viagem para o outro lado do Atlântico e, lá chegando, foge para tentar descobrir a verdade. Mas as circunstâncias de seu desaparecimento são sombrias, e os sequestradores de Lauren ainda estão à solta — e dispostos a qualquer coisa para mantê-la calada.
Quando eu li a sinopse de Garota desaparecida fiquei bastante interessada em fazer a leitura, pois me lembrou um pouco do seriado Finding Carter, em que a garota é sequestrada quando era criança, e anos depois ela descobre que a mulher que a sequestrou não é sua mãe biológica. No entanto, no livro, a garota sabe que é adotada, e sua história é bem mais complicada do que imagina. Então, por essas pequenas semelhanças realmente fiquei empolgada para conferir o livro. E a leitura iniciou muito boa, realmente, mas lá pela metade da narrativa a coisa desandou... e, bom, que decepção! Eu esperava tanto de Garota desaparecida e me deparei com uma história muito irreal, com situações absurdas e personagens irritantes.
Ela sempre soube que era adotada, mas seus pais adotivos nunca falaram muito de como ocorreu e de quem são seus pais biológicos. E, até então, ela realmente não se interessou muito por isso. Até o dia em que uma lição da escola faz a seguinte pergunta: "Quem sou eu?". Lauren quer muito saber quem ela é, e acaba vasculhando na internet e descobre que uma garota foi sequestrada quando criança. Apesar de a data de nascimento não bater, e muito menos o país, a foto da garota parece muito com ela.
Lauren faz de tudo, tudo mesmo, para tentar descobrir se ela realmente é a garota raptada do site. Para isso, ela precisa ir no local em que os pais a adotaram e descobrir mais sobre sua mãe biológica. Junto com Jam, seu melhor amigo, ela convence a mãe a viajar para os Estados Unidos. Lá, Lauren se separa da mãe e os dois vão descobrir mais sobre o passado dela.
Jam e Lauren são menores de idade, mas é muito fácil para eles pegar avião, ônibus, se hospedar em hotéis e tudo mais. O absurdo já começou aí. Eu realmente esperava um segredo enorme sobre a adoção de Lauren, mas eu achei que a autora ia focar mais na parte psicológica, não que iria tentar transformar a trama em um thriller cheio de suspense e perigos. E até ok partir para esse lado, mas várias situações que ela narra são muito absurdas, dá vontade de rir.
Lauren é muito chata, irritante, mimada e egoísta. Ela é aquela personagem que incomoda para ter algo, e quando tem, reclama do que conquistou. Deu muita vontade de entrar no livro e dar uma surra nela. Que menina insuportável! A narrativa da autora é muito fluída, então compensou um pouco tudo o que eu não curti no enredo todo. A proposta foi bacana, mas acho que a autora só não conseguiu desenvolver da maneira certa.
Não me arrependo de ter lido Garota desaparecida, até porque é uma leitura de poucas horas, mas eu realmente esperava mais da leitura. Pode ser que a leitura funcione melhor para a outra pessoa, então se você ficou curioso com o enredo, dê uma chance. ;)
Ela sempre soube que era adotada, mas seus pais adotivos nunca falaram muito de como ocorreu e de quem são seus pais biológicos. E, até então, ela realmente não se interessou muito por isso. Até o dia em que uma lição da escola faz a seguinte pergunta: "Quem sou eu?". Lauren quer muito saber quem ela é, e acaba vasculhando na internet e descobre que uma garota foi sequestrada quando criança. Apesar de a data de nascimento não bater, e muito menos o país, a foto da garota parece muito com ela.
Lauren faz de tudo, tudo mesmo, para tentar descobrir se ela realmente é a garota raptada do site. Para isso, ela precisa ir no local em que os pais a adotaram e descobrir mais sobre sua mãe biológica. Junto com Jam, seu melhor amigo, ela convence a mãe a viajar para os Estados Unidos. Lá, Lauren se separa da mãe e os dois vão descobrir mais sobre o passado dela.
Jam e Lauren são menores de idade, mas é muito fácil para eles pegar avião, ônibus, se hospedar em hotéis e tudo mais. O absurdo já começou aí. Eu realmente esperava um segredo enorme sobre a adoção de Lauren, mas eu achei que a autora ia focar mais na parte psicológica, não que iria tentar transformar a trama em um thriller cheio de suspense e perigos. E até ok partir para esse lado, mas várias situações que ela narra são muito absurdas, dá vontade de rir.
Lauren é muito chata, irritante, mimada e egoísta. Ela é aquela personagem que incomoda para ter algo, e quando tem, reclama do que conquistou. Deu muita vontade de entrar no livro e dar uma surra nela. Que menina insuportável! A narrativa da autora é muito fluída, então compensou um pouco tudo o que eu não curti no enredo todo. A proposta foi bacana, mas acho que a autora só não conseguiu desenvolver da maneira certa.
Não me arrependo de ter lido Garota desaparecida, até porque é uma leitura de poucas horas, mas eu realmente esperava mais da leitura. Pode ser que a leitura funcione melhor para a outra pessoa, então se você ficou curioso com o enredo, dê uma chance. ;)






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